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Enquanto nos EUA os policiais pegam Coronavírus, aqui no Brasil a Polícia é imune ao contágio!

foto: portal delegados.com.br

A polícia de Nova York, nos Estados Unidos, registrou nesta sexta-feira (27) mais de 500 membros da corporação com coronavírus. Além disso, outros 3 mil policiais apresentaram sintomas do novo Covid-19, conforme divulgado pelo jornal Daily Mail. Ao todo, 4.111 policiais apresentaram algum problema de saúde nesta sexta, o que representa 11% dos 36 mil membros.
 
Desse número, 3.016 relataram estar com sintomas de gripe. Sensações essas que podem provocar congestão, febre, tosse, coriza, dores de cabeça e fadiga – alguns dos mesmos sintomas associados ao Covid-19.
“Este é um sinal ameaçador, com certeza”, disse uma fonte policial ao DailyMail. “Muitos deles provavelmente têm o vírus. É difícil de verificar, no entanto, o departamento quer que policiais com qualquer um desses sintomas fiquem em casa e façam a quarentena para não infectar outras pessoas”, completou.
 
O número de casos de coronavírus na polícia de Nova York quadruplicou desde a última segunda-feira (23). O departamento registrou a primeira morte também no início desta semana.
Enquanto isso, aqui no Brasil, desembargador decide que policiais civis não precisam usar equipamentos de proteção de higiene para se proteger contra o contágio
O desembargador Sebastião Ribeiro Martins, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, atendeu pedido de suspensão de liminar interposto pelo Estado do Piauí e suspendeu a decisão do juiz de direito Thiago Brandão de Almeida, determinando que os delegados de Polícia Civil filiados ao Sindepol (Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de Carreira do Estado do Piauí) devem receber, quando em serviço, todo material de proteção e higiene recomendados pelas autoridades sanitárias como forma de se precaver do contágio da Covid-19.
O Estado alegou que o redirecionamento de equipamentos e de insumos de proteção para os delegados de polícia, no presente momento e nesse quadro de escassez, poderá acarretar grave prejuízo aos profissionais da saúde e aos pacientes atendidos, com risco de contaminação generalizada.
Para o desembargador a determinação imposta pela medida judicial impedirá o Gestor de gerenciar os recursos e materiais necessários à execução do Plano Estadual de Contingência para o Enfrentamento da Infecção Humana pelo Coronavirus, “cerceando a sua autonomia, ocasionando prejuízos diversos à prestação de serviços emergenciais de saúde, o que caracteriza grave dano ao interesse público primário”.

fonte: delegados.com.br

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